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segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Aos meus olhos eu vejo...
Não tem começo, nem desfecho. Palavras não tem fim. Pelo menos os seus significados de cada uma são mutantes perpétuos... E eu só escrevo por isso. Não quero esquecer de lembrar o que tudo isso significa amanhã.
Que seja! Crescer é uma tragédia!
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