sábado, 17 de outubro de 2009

i think so..

Perdi horas de sono tentando traduzi-lo, mais uma vez, em verso e prosa.. Recostei-me em teu peito nu, em forma de travesseiro. Materializei teu corpo, amei-o como templo! Ouvi a canção que a sua presença exalou; e consumi com volúpia cada uma das notas que o seu pulsar emitiu. Observei seu silencioso ressonar..
Senti seu sono, sonhei teu sonho..
E se eu me esquecesse de quem eu sou e de quem eu fui; eu me permitiria apaixonar por quem eu viria a ser amanhã, me apaixonaria por tua imagem refletida em mim; pelas tuas incoveniências, teu humor peralta, tua timidez e benevolência;
E eu amaria cada vez mais e de forma enlouquente cada sorriso teu.




segunda-feira, 5 de outubro de 2009

o.k.?!

metalinguagem;

Eu nunca soube fazer poesia;
Essas quebras de linha sempre me confundem.
O gotejar de um oceano oculto e o entrelaço amigável das palavras
Que todos tendem a querer a real e esquelética interpretação,
Fazem com que o mundo se banhe em mel.
No fim e no sim,
O amor para explicar amor,
Tornar-se sempre a mais solene, obscura e paralela das confusões.

Eu nunca soube fazer poesia;
Essas quebras de linha sempre me confundem.